O que é design?

Postado por admin em DESIGN em segunda-feira jan 12, 2009
design

Design

A maioria das pessoas relaciona design com estilo, mas os conceitos por trás dessa palavra vão muito além. Segundo John Heskett, “design is to design a design to produce a design”. Se traduzirmos a frase de uma forma simplista, teremos o seguinte: design é desenvolver um projeto para a produção de um produto. De acordo com Claudio Freitas de Magalhães em seu livro Design Estratégico, podemos entender o design como um processo (planejar, desenvolver, projetar), como o resultado desse processo (instruções, desenho, modelos, protótipos) ou como a solução (produto, serviço ou benefícios gerados por eles para as pessoas).Em geral, quando usamos a palavra design, estamos nos referindo à solução. O processo e o resultado do processo estão relacionados à atividade profissonal.

Design hoje é um termo empregado em muitos locais e a utilização deste termo nem sempre condiz com o verdadeiro sentido do design. Então o que pode ser considerado design? Hoje o significado do termo design implica o conceito de conforto, de adequação, de beleza. A função básica do profissional de design seria adequar a produção da indústria ou do homem ao próprio homem modelar toda a produção ao homem de forma que esse se sentisse confortável ao utilizar esses recursos. Uma vez resolvidos os problemas ergonômicos, podemos dizer que hoje mais do que tornar uma produção em qualquer meio confortável ao homem o papel fundamental do designer é causar a impressão de que determinado produto é realmente confortável, confiável, utilizável. Sendo assim basicamente design seria a tentativa de significar algo, seja no campo da construção de mensagens visuais ou na construção de objetos.

A multiplicidades de fatores que hoje fazem parte do objeto de estudo do design nos leva a optar por alguns deles para responder o problema proposto acima. Quando observamos uma embalagem de um produto sua forma, suas cores, seus elementos gráficos tentam exteriorizar o valor do seu conteúdo, sendo assim descobrimos na embalagem a necessidade de significar um conteúdo, o conjunto de textos (sejam eles verbais, pictóricos ou sensoriais).

A necessidade do homem de criar códigos que o explicassem acabou por gerar o design. A necessidade de comunicação o entre os homens e os diversos sistemas ou materiais que o rodeiam deram origem a multilplicidade de códigos que hoje formam o conceito de design. É a partir dessa multiplicidade que o design se constitui como sistema modelizante. Quando falamos de fashion design (design de moda), tocamos neste ponto limite entre o homem e o mundo. A constância da palavra significar nos exemplos dados acima acabam justificando o vínculo entre design e semiótica.

Pensar em design como sistema modelizante nos leva a procura do código do design. Quais são as letras desse alfabeto? Onde é que se esconde aquela estrutura do design que ninguém vê mas que dá formato a todas as suas mensagens? Para construir uma mensagem em design é necessário colher letras das mais váriadas estruturas, procurar no gesto, no traço, na fala, na escrita, na escrita da escrita. Às vezes é necessário decompor uma linguagem pegar uma ínfima parte dela e misturá-la com outras tantas para se fazer design, para se escrever design. É como se se precisasse conhecer todas as linguagens para escrever design, e as pessoas que irão ler essa construção sígnica não têm que necessariamente conhecer todos os códigos, pois um é somente ele mas em conjunto pode atribuir a construção o poder de significar ainda mais.

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Fashion Design

Postado por admin em DESIGN em segunda-feira jan 12, 2009

Tradução do corpo, do estado de espirito, da posição social, do pertencer ou não, a moda pode ser considerada o mais importante elemento simbólico da condição humana, cujo código principal seria a constante mundança. Em virtude dessa constante mudança ocorre a revisitação de elementos históricos e intercâmbio com outros sistemas sígnicos que lhe fornecem elementos. No começo do século por exemplo a moda se espelha em movimentos como cubo-futurismo e o construtivismo. Porém, quando falamos em fashion design podemos observar a ênfaze na constância da mudança. É como se pegássemos o código básico da moda e o levássemos ao extremo. Fashion design nada mais é do que um sistema modelizante de segundo grau dentro da moda, que empresta de vários outros sistemas elementos e os reinventa.

photo_fashiondesigner

Segue abaixo as fontes extraídas sobre design:

1. Clube dos Trabalhadores – Design de A. Rodchenko, exibido na Exposição de Arte Decorativas de Paris, 1925. in Camilla Gray. The Russian Experiment in Art 1863-1922. London:Thames & Hudson, 1996:262.
2. Cadeira tubular em aço e assento em borracha – V. Tatlin, c 1927. in Camilla Gray. The Russian Experiment in Art 1863-1922. London:Thames & Hudson, 1996:26.
3. Xícara de chá desenhada para State Pottery, Leningrado, c 1920, K. Malevich. in Camilla Gray. The Russian Experiment in Art 1863-1922. London:Thames & Hudson, 1996:249.
4. Bule de chá desenhado para State Pottery, Leningrado, c 1920, K. Malevich. in Camilla Gray. The Russian Experiment in Art 1863-1922. London:Thames & Hudson, 1996:249.

Disponível em: www.pucsp.br/pos/cos/cultura/design.htm por: Fátima Ap. dos Santos

(Disponível na rede desde 12/98)


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Gestalt, a psicologia da forma

Postado por admin em DESIGN em segunda-feira jan 12, 2009

escher_waterfall

A Gestalt surgiu nas primeiras décadas deste século como uma espécie de resposta ao atomismo psicológico, escola que pregava uma busca do todo psicológico através da soma de suas partes mais elementares; o complexo viria pura e simplesmente da reunião de seus elementos mais simples, era uma escola de adição. A Escola da Forma dizia o contrário: não podemos separar as partes de um todo pois dele elas dependem e não fazem sentido, pelo menos o mesmo, senão enquanto partes formadoras daquele todo.

Em seu início, havia duas correntes na Gestalt, a dos dualistas e a dos monistas: os primeiros acreditavam existir uma percepção mental que diferiria da sensorial. Sendo assim, perceberíamos os elementos separadamente e só então eles formariam o todo através de uma ação do espírito, de uma percepção mental. Um desenho, por exemplo, não é um todo, mas o que estaria produzindo a forma total que percebemos, o que ligaria seus elementos seria o espírito. Encontram-se nessa corrente muitos resquícios do atomismo psicológico, enquanto que os monistas realmente romperam com eles, ao sustentarem que as partes dependem mais do todo que ele destas, que é ele quem as determina. Para os monistas o esquema da percepção seria, basicamente: estímulos sensoriais -> forma -> sensação.

Para os monistas, forma e matéria não são separáveis, os elementos de uma forma não existem em si, singularmente, isso só seria possível através de abstração. Todos os elementos aparecem ao mesmo tempo, e um observar um ou outro, um tomar um ou outro como figura ou fundo tornaria a experiência diferente. Cada parte é percebida como elemento formador do todo, pertencente a ele.

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A Gestalt como teoria filosófica

Postado por admin em DESIGN em segunda-feira jan 12, 2009

Em um âmbito filosófico (a Gestalt chegou a ser considerada uma ‘filosofia da forma’), pode-se dizer que foi deixado de lado o ego cogito cartesiano para, como Husserl (que foi, de fato, mestre de Koffka, um dos papas desta escola), adotar-se um ego cogito cogitatum: não há uma ruptura entre consciência – ou sensação, no caso da escola da forma – e mundo. O “resíduo” a que se pode chegar por uma redução, uma dissecação do real – ou de uma forma – não é o “eu penso”, mas a correlação entre o eu penso e o objeto de pensamento (o ego cogito cogitatum). Em suma, não existiria consciência enquanto tal, mas toda consciência seria consciência de.
Isso, porém, não se dá de forma separada, como pretendiam os associacionistas (escola da psicologia que predominou no século XIX), mas concomitante: tomemos como exemplo um carro na estrada, seguindo em direção contrária a você. Para os associacionistas, há um intervencionismo do pensamento, ou seja, suas sensações lhe dizem que o carro está diminuindo à medida em que se afasta, mas, sendo conhecedor das leis da física, ou mesmo já tendo passado por esta experiência, seu pensamento reagiria, corrigindo o equívoco. O dado sensorial seria menos real que a percepção, e interpretado de acordo com a experiência.
Já para a Gestalt, isso tudo aconteceria de uma só vez e não através da experiência, mas de acordo com o que é dado na situação em si. Cada vez seria diferente, se apenas um dos elementos formadores diferisse; o todo seria o que há de mais importante, o que vale aqui não é a experiência, todavia o agora e o que é dado nesse agora. Percebe-se de maneira diferente de acordo com o contexto em que o objeto/excitante está inserido, nossa sensação é global e varia dependendo do evento/forma.
Essa foi a concepção que acabou, por assim dizer, “triunfante” em relação à outra, e seus defensores, Max Wertheimer, Kurt Koffka e Wolfgang Köhler, acabaram por se tornar figuras de maior importância na Escola da Gestalt.
Essa teoria da forma não se manteve apenas dentro dos limites da psicologia, mas pretendeu se estender à Física e à Filosofia, admitindo a existência de formas fisiológicas e de formas físicas, além das formas psicológicas: as primeiras dizem respeito aos organismos vivos, que funcionariam do todo para o uno; as células seriam dependentes do organismo e não o contrário porque este teria a capacidade de se adaptar. As segundas tratam do mundo físico: este tenderia, também, a um equilíbrio total, uma busca da boa forma, mais homogênea e simétrica. Finalmente, as formas psicológicas, que são colocadas de uma maneira bem materialista: os gestaltistas não admitem a existência de um espírito, de alma, mas que tudo se reduz à matéria bruta, sendo as formas psicológicas o subjetivo das fisiológicas e estas apenas reduzidas às formas físicas.

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Organização Perceptual

Postado por admin em DESIGN em segunda-feira jan 12, 2009

Somos bombardeados por estímulos físicos todo o tempo e, para compreendê-los, formamos organizações perceptuais (termo que se aplica tanto ao processo de organização quanto ao resultado em si). Há várias maneiras de se organizar esses estímulos, e, de fato, o fazemos, mas de tal modo que exista sempre apenas uma: nunca há dois tipos de organização em um só momento. Esse empreendimento se dá de maneira espontânea, inerente ao indivíduo, porém o consciente pode exercer um papel nesse processo, pois a organização perceptual ocorre dentro e fora da consciência: se a pessoa quiser, poderá criá-la conscientemente, mas se não o fizer, o inconsciente agirá.
Um ponto importante no processo de organização perceptual é a diferenciação do campo perceptual. A maneira com que a forma é apresentada pode, por exemplo, suscitar fenômenos como a associação e o contraste.
O primeiro destes princípios diz respeito a uma homogeneização das partes da forma a que somos compelidos quando não há fronteiras entre elas, ou quando não as percebemos. Os contornos se tornam importantes neste sentido: tendemos a tornar cada parte homogênea em matéria de luz; a assimilação pode acontecer quando há proximidade, especialmente quando estas áreas próximas não estão delimitadas. Já o contraste consiste em perceber-se uma diferença maior do que ela realmente é, e ocorre quando há uma separação das partes, quase de maneira contrária à assimilação.
Porém deve-se sempre lembrar que, tanto assimilação como contraste são “regidos” pela organização perceptual total, podendo, até mesmo haver a ocorrência dos dois fenômenos em um mesmo objeto, dependendo de, por exemplo, qual o fundo sob o qual está a figura. Estes dois conceitos, fundo e figura, são os mais simples da forma de organização perceptual: em qualquer campo diferenciado, uma das partes sempre parece “saltar”, se salientar em relação às outras. A ela damos o nome de figura, sendo o fundo todo o resto.
O que nos permite diferenciá-los, enxergar uma separação entre ambos é o contorno: uma fronteira física que mais parece pertencente à figura, conferindo forma a ela. Se há uma inversão, se a figura passa a parecer fundo e vice-versa, então o contorno passará, logicamente, a parecer pertencer à nova figura. A figura sempre parece possuir o contorno. Se, em uma forma, não fica muito clara essa separação (sendo que sempre veremos uma parte como figura e outra como fundo; o que pode não ficar claro é o que qual das partes é definitivamente), há uma flutuação, percebemos alternadamente os elementos como figura e fundo; porém, sempre um de cada vez, e sempre um. Bom, nesse caso, ao acontecer essa flutuação, o contorno passa a nos parecer completamente diferente em cada um dos casos. Pode acontecer, também, de algo ser definido como figura embora não haja um contorno, uma linha física que o delimite: esse fenômeno é conhecido como fechamento e é muito comum, posto que certas formas estão de uma maneira que nos pareça completa, não cabendo ali nenhum tipo de modificação; é como se elas se bastassem, fossem suficientes, enfim, completas em si.
Na determinação de o que é figura e fundo influem diversos fatores, como tamanho e localização, ou, caso esses sejam os mesmos, a área que for menor ou mais fechada. Geralmente, o que pode ser agrupado com mais facilidade, pareça seguir uma “linha”, for mais homogêneo, ou até mesmo o que for mais conhecido para quem observa (e aí entra a questão da subjetividade na percepção) passará a ser visto como a figura. Há até mesmo a influência do sistema nervoso e outros processos do tipo nessa determinação.

Figura e fundo são diferenciados não só em formas visuais, vale lembrar; tendemos a separá-los em todas as experiências de percepção. Na chamada música pop, por exemplo, geralmente percebemos a voz do cantor como figura e o instrumental como fundo, como acompanhamento.

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Agrupamento Perceptual – Wertheimer

Postado por admin em DESIGN em segunda-feira jan 12, 2009

Pode haver, e na maioria das vezes há, mais de dois elementos na forma: nesse caso, o que seria figura? E fundo? Por quê? Max Wertheimer, tido como o fundador da teoria da Gestalt, propõe em seu “Raciocínio Visual” certos princípios, a seguir:

1] Proximidade
Em condições iguais, eventos próximos no tempo e espaço tenderão a permanecer unidos, formando um só todo:

OO OO OO OO OO OO OO
OO OO OO OO OO OO OO
OO OO OO OO OO OO OO

2] Semelhança
Eventos semelhantes se agruparão entre si:

O X O X O X O X O X O X O
O X O X O X O X O X O X O
O X O X O X O X O X O X O

Essa semelhança se dá por intensidade, cor,odor, peso, tamanho, forma etc. e se dá em igualdade de condições.

3] Semelhança + Proximidade
É a simples adição dos dois princípios anteriores, se em condições iguais:

OO OX XO OO
OO OX XO OO
OO OX XO OO

4] Lei da Boa Continuidade
É o acompanhamento de uns elementos por outros, de modo que uma linha ou uma forma continuem em uma direção ou maneira já conhecidas.

____|____ = ________ |

5] Pregnância
Há formas que parecem se impor em relação às outras, nos fazendo, por muito tempo, não conseguir ver outra forma de distribuição:

OO OO OO OO OO OO OO OO OO
OO OO OO OO OO OO OO OO OO
OO OO OO OO OO OO OO OO OO

6] Destino Comum
Há certos elementos que parecem se dirigir a um mesmo lugar, se destacando de outros que não o pareçam.

7] Persistência do Agrupamento Original
Em todos as formas, todos os estímulos, os elementos aproximam-se uns dos outros e tendemos a fazer com que os grupos continuem os mesmos.

8] Experiência Passada ou Aprendizagem
É a subjetividade do percebedor: para cada um a percepção pode ser diferente, de acordo com a experiência do indivíduo, de acordo com o que ele já viveu ou aprendeu, conheceu. Tomemos como exemplo um texto qualquer: para um analfabeto ou alguém que não conheça a língua em questão, parecerá uma confusã completa, mas, para aquele que saiba ler ou conheça a língua, parecerá inteiramente inteligível.

9] Clausura ou Fechamento
Os elementos de uma forma tendem a se agrupar de modo que formem uma figura mais total ou fechada.
Conclusão

Essas tendências ou princípios, dependendo de sua intensidade podem produzir efeitos diferentes, devemos sempre lembrar que, para a Escola da Forma, o todo não é apenas a soma das partes, sua essência depende da configuração das partes.
A partir disso, podemos trazer ainda algumas considerações e conceitos finais: a transposição das formas, por exemplo, é de um valor muito grande dentro do que foi dito no parágrafo anterior; podemos transpor a mesma forma a partir de elementos diferentes, de modo que a forma original ainda possa ser reconhecida, como em:

OOXX
OO, XX

ou em uma melodia cujas notas sejam aumentadas todas em um tom, ou seja, o todo é a configuração de seus elementos, mas também difere de acordo com os elementos em si. Porém, não podemos nos esquecer da parte-todo, isto é, que as partes dependem da natureza do todo.
Por último, vale falar, mais uma vez, sobre a subjetividade na percepção: deve-se levar em conta a experiência vivida pelo sujeito, o seu nível de conhecimento ou familiaridade com o assunto tratado et sic per omnia.
Enfim, a Escola da Gestalt não se limitou apenas à percepção, mas expandiu suas teorias a várias áreas de conhecimento, revolucionando a psicologia e influenciando diretamente muitos pensadores. Pode-se dizer, por exemplo, que o behaviorismo de Skinner bebe basicamente da fonte da Gestalt.
Esta foi e continua sendo uma escola revolucionária e de um imenso valor histórico.

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Conclusão sobre a Lei da Gestalt

Postado por admin em DESIGN em segunda-feira jan 12, 2009

Essas tendências ou princípios, dependendo de sua intensidade podem produzir efeitos diferentes, devemos sempre lembrar que, para a Escola da Forma, o todo não é apenas a soma das partes, sua essência depende da configuração das partes.
A partir disso, podemos trazer ainda algumas considerações e conceitos finais: a transposição das formas, por exemplo, é de um valor muito grande dentro do que foi dito no parágrafo anterior; podemos transpor a mesma forma a partir de elementos diferentes, de modo que a forma original ainda possa ser reconhecida, como em:

OOXX
OO, XX

ou em uma melodia cujas notas sejam aumentadas todas em um tom, ou seja, o todo é a configuração de seus elementos, mas também difere de acordo com os elementos em si. Porém, não podemos nos esquecer da parte-todo, isto é, que as partes dependem da natureza do todo.
Por último, vale falar, mais uma vez, sobre a subjetividade na percepção: deve-se levar em conta a experiência vivida pelo sujeito, o seu nível de conhecimento ou familiaridade com o assunto tratado et sic per omnia.
Enfim, a Escola da Gestalt não se limitou apenas à percepção, mas expandiu suas teorias a várias áreas de conhecimento, revolucionando a psicologia e influenciando diretamente muitos pensadores. Pode-se dizer, por exemplo, que o behaviorismo de Skinner bebe basicamente da fonte da Gestalt.
Esta foi e continua sendo uma escola revolucionária e de um imenso valor histórico.

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