Rafinha 2.0

Postado por admin em INTERNET em quinta-feira mar 19, 2009

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Hipermídia

Postado por admin em COMUNICAÇÃO, INTERNET em segunda-feira mar 9, 2009

O conceito hipermídia, juntamente com hipertexto, foi criado na década de 1960 pelo filósofo e sociólogo estadunidense Ted Nelson. Este pioneiro da Tecnologia da Informação criou o conceito a partir de idéias que sequer são citadas na maioria das bibliografias, principalmente a brasileira, produzindo leituras equivocadas e errôneas acerca do tema. Aliás, fato curioso é que vários autores brasileiros sequer citam os fundadores do conceito hipermídia. Um dos fatores leva a crer que é a falta de conhecimento da língua inglesa que interferiu na conceituação do termo. Ted Nelson esteve no Brasil em 2005 no FILE (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica).

Segundo Laufer & Scavetta, hipermídia (ou Hipermédia em Portugal) é a reunião de várias mídias num suporte computacional, suportado por sistemas eletrônicos de comunicação. O livro Texte, Hipertexte, Hipermedia, lançado originalmente em francês, faz alusões explícitas ao criador do Hipertexto e da Hipermídia e procura não ocultar a história e os fatos. No Brasil um dos primeiros livros lançados sobre o tema foi o do pesquisador André Parente. O livro Imagem-Máquina, editado pela editora 34 em 1993 traz uma série de textos interessantes sobre o assunto. Outros livros não seguiram algumas linhas propostas pela leitura organizada por Parente, mas temos de notar que no Brasil surgiu uma tendência, bastante tecnobrega, de associar metáforas gregas às definições de hipermídia, o que, diga-se de passagem, não é só uma escolha dos pesquisadores dessa área no Brasil. Contudo, essa tendência não é notada em outros lugares, tendo em vista que a hipermídia vem sendo disseminada no campo interdisciplinar da literatura, da escrita criativa e da computação em países como Estados Unidos, Inglaterra, Espanha e França e produzindo resultados interessantes no âmbito da experimentação do que Ted Nelson prenunciou. O conceito Hipermídia foi criado na década de 1960 pelo pesquisador e professor Ted Nelson, que esteve no Brasil em 2005 no FILE (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica) Realizado no Rio de Janeiro por Diêgo Rodrigues Estudante da Faculdade de Tecnologia e Ciencia De Jequié.

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Hiperlink

Postado por admin em INTERNET em segunda-feira mar 9, 2009

Hiperlink é sinônimo de link e significa qualquer coisa que se coloca em uma página da web e que, quando clicada com o lado esquerdo do mouse, abre uma página diferente, ou um lugar diferente, da internet. A página diferente pode ser do próprio site ou de outro site. O lugar diferente pode ser na própria página – você clica no link e ele te conduz, imediatamente a outro lugar da página. O lugar diferente pode ser também um formulário, ou uma pagina de email para se enviar uma mensagem. Assim, o link é um endereço que o computador segue para chegar a algum lugar, na página ou fora dela. Mas a palavra link pode ser usada com outros significados.

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Hipertexto

Postado por admin em COMUNICAÇÃO, INTERNET em segunda-feira mar 9, 2009

Termo cunhado por Theodor H. Nelson, que o propôs pela primeira vez em 1965, numa comunicação apresentada à Conferência Nacional da Association for Computing Machinery, nos Estados Unidos. O hipertexto é uma forma não linear de apresentar a informação textual, uma espécie de texto em paralelo, que se encontra dividido em unidades básicas, entre as quais se estabelecem elos conceptuais. Este tipo de texto electrónico, cuja existência física consiste num código digital armazenado no disco rígido do computador e na sua memória operativa, depende em exclusivo da ciência do leitor em manipular os elos conceptuais que se estabelecem entre as unidades de informação ou grupos de unidades que podem distribuir-se e circular por todo o mundo. É o caso da Internet, que utiliza a linguagem HTML (HyperText Markup Language) que permite descobrir a informação disseminada, num sistema em que todos podem comunicar com todos, em sincronia. Este sistema global de informação pode incluir não só texto mas também imagem, animação, vídeo, som, etc., falando-se neste caso de hipermedia. A exibição de museus, a apresentação de materiais académicos, os livros electrónicos, os pacotes educativos, etc. são formas de hipermedia. De notar que nem todos os textos que se encontram na Internet são necessariamente hipertextos, por exemplo, um dos formatos mais usuais para divulgação de documentos formais ou textos originais que exigem um certo nível de protecção de escrita, documentos com a extensão .pdf; também um simples texto digitalizado com um qualquer processador de texto pode ser importado para a Internet sem qualquer marca de hipertextualidade, o que acontece com a publicação online de dissertações, ensaios, textos de opinião,, obras completas de diferentes literaturas, etc.

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Atom

Postado por admin em INTERNET em quarta-feira fev 25, 2009

O que é Atom?

Ao contrário de RSS, Atom não é uma sigla, mas também é um formato para divulgação de notícias. Há quem diga que esse projeto é, inicialmente, uma proposta de unificação do RSS 1.0 e do RSS 2.0. O Atom também é baseado em XML, mas seu desenvolvimento é tido como mais sofisticado. O grupo que nele trabalha tem até o apoio de grandes corporações, como o Google.

A grande maioria dos agregadores de feed disponíveis ao usuário suporta tanto as versões do RSS quanto o Atom. Para obter mais informações sobre essa tecnologia, visite seu site oficial: www.atomenabled.org.

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RDF

Postado por admin em INTERNET em quarta-feira fev 25, 2009

O que é RDF?

RDF é a sigla para Resource Description Framework. Trata-se de uma especificação normalmente baseada em XML que tem como objetivo automatizar e ampliar recursos para a internet através de representação de informações. O RDF tem como base o trabalho de uma série de grupos que desenvolvem tecnologias de informação. Isso significa que o RDF não foi criado exclusivamente para ferramentas como o RSS, como muitos pensam. Na verdade, se estudarmos o RDF a fundo, veremos que ele tem utilidade em várias aplicações, como em sistemas de busca e mecanismos de compartilhamento de informação.

Por ser um assunto complexo e que foge dos objetivos deste artigo, o RDF não será detalhado aqui. Para maiores informações a respeito visite o site www.w3.org/RDF.

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Como surgiu o RSS?

Postado por admin em INTERNET em quarta-feira fev 25, 2009

O padrão RSS surgiu no início de 1999 e é uma criação da equipe da Netscape, que “largou” o projeto tempos depois por não achá-lo viável. Uma empresa de menor porte, a UserLand, decidiu por continuar o RSS para aplicá-lo em suas ferramentas de blogs. Para isso, os desenvolvedores resolveram simplificar o código e, quando isso foi concluído, o RSS 0.91 foi lançado. A Netscape tinha trabalhado até a versão 0.90.

Paralelo ao trabalho da UserLand, um grupo de desenvolvedores continuou o RSS 0.90 baseando-o no padrão RDF (ver o tópico a seguir). Logo, a versão 1.0 foi lançada por este grupo. A UserLand, no entanto, continuou seu trabalho, lançado versões como 0.92, 0.93 até que finalmente chegou à versão 2.0. Certamente, a UserLand daria a numeração 1.0 a esta última, mas essa seqüência já tinha sido adotada pelo outro grupo.

Na verdade, existem mais grupos trabalhando com RSS. É por isso que existem tantos nomes para essa tecnologia.

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RSS

Postado por admin em INTERNET em quarta-feira fev 25, 2009

O que é RSS?

A sigla RSS tem mais de um significado. Alguns a chamam de RDF Site Summary, outros a denominam Really Simple Syndication. Há ainda os que a definem como Rich Site Summary.

RSS é um recurso desenvolvido em XML que permite aos responsáveis por sites e blogs divulgarem notícias ou novidades destes. Para isso, o link e o resumo daquela notícia (ou a notícia na íntegra) é armazenado em um arquivo de extensão .xml, .rss ou .rdf (é possível que existam outras extensões). Esse arquivo é conhecido como feed, feed RSS.

O interessado em obter as notícias ou as novidades deve incluir o link do feed do site que deseja acompanhar em um programa leitor de RSS (também chamado de agregador). Esse software (ou serviço, se for um site) tem a função de ler o conteúdo dos feeds que indexa e mostrá-lo em sua interface.

Para que você entenda melhor, imagine a seguinte situação: Arthur Dent é uma pessoa que gosta de ler as notícias/novidades dos seguintes sites: InfoWester, Viva o Linux, BR-Linux, Folha Online e WinAjuda. O problema é que, por ser uma pessoa muito atarefada, Arthur não tem muito tempo para verificar cada endereço em busca de conteúdo novo. Para que isso seja possível, ele utiliza os serviços de RSS de cada um desses sites. Através de seu programa-leitor, ele clica no nome do site indexado e uma lista de notícias daquele endereço aparece numa janela ao lado (essa lista pode mostrar apenas o título da notícia – esse título também é um link para a matéria – ou pode mostrar o título mais uma breve descrição, tudo depende da forma de trabalho do agregador). Arthur, então, lê a descrição de cada notícia e clica nos links das que lhe interessa. Ao fazer isso, ele é automaticamente direcionado à página que contém aquela matéria.

Em um outro exemplo, imagine que você costuma ler um total de 30 blogs. É trabalhoso visitar cada um para ver se há textos novos. Como todos esses blogs possuem RSS, você rapidamente fica sabendo quando algo novo foi disponibilizado. Para não “ficar por fora”, é recomendável que você também inclua RSS em seu blog, se tiver um.

A seguinte imagem ilustra a primeira situação. Repare que o programa usado é o navegador de internet Opera, que assim como o Firefox e o Internet Explorer, é compatível com RSS. No lado esquerdo do programa está a lista de novidades do feed RSS do InfoWester. No lado direito, aparece o conteúdo disponibilizado na notícia/novidade selecionada. Repare que o nome do autor, a data de publicação e o link para a matéria completa também são mostrados.

É importante frisar que há vários leitores de RSS disponíveis gratuitamente na internet. Há versões para praticamente todos os sistemas operacionais. Cada um é dotado de recursos diferentes. Por exemplo, há programas que se agregam a clientes de e-mail e permitem que você leia notícias em softwares como o Microsoft Outlook e o Mozilla Thunderbird, por exemplo. Outros são capazes de verificar os sites listados em um intervalo de tempo definido por você e emitem um aviso sonoro ou visual assim que encontram uma notícia nova. Mais utilizados, no entanto, são os leitores on-line, com destaque para o Google Reader e para o Bloglines. A vantagem destes serviços é que você consegue acessar os feeds que assina a partir de qualquer computador com acesso à internet, independente do sistema operacional.

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Widgets

Postado por admin em INTERNET em quinta-feira fev 5, 2009

widgets

Os “widgets” são componentes de interface gráfica com o usuário. Qualquer item de uma interface gráfica é chamada de widget, como: janelas, botões, menus e itens de menus, ícones, barras de rolagem, etc. Além disso, o widget pode representar textos ou imagens que podem ser capturados e publicados automaticamente em qualquer tipo de website, incluindo blogs. Os widgets podem representar também pequenas janelas que ficam no desktop. Essas Janelas têm como objetivo principal entreter, ajudar ou informar o Usuário.

De uma forma mais técnica, alguns widgets têm como objetivo receber dados do usuário e com isso gerar algum tipo de registro. Os controles de formulário são muito úteis nesses casos. Componentes como entrada de texto (input text), checkbox, combobox, radiobutton e outros são capazes de definir a natureza dos dados a serem coletados, e dessa forma enumerar todas as possibilidades de dados a serem apresentados pelo usuário. Entradas de texto melhor representam dados totalmente aleatórios, ao passo que comboboxes e grupos de radiobuttons determinam um conjunto finito de possibilidades para o usuário.

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Gadget

Postado por admin em INTERNET em quinta-feira fev 5, 2009

gadgets

O nome “gadget” é uma gíria tecnológica recente que se refere a, genericamente, um equipamento que tem um propósito e uma função específica, prática e útil no cotidiano. São comumente chamados de gadgets dispositivos eletrônicos portáteis como PDAs, celulares, smartphones, tocadores mp3, entre outros.

Os Gadgets têm função social de status (além da lógica finalidade do aparelho), quando se tratam de equipamentos ostensivos. Na medida a que se referem, em sua maioria, a equipamentos de ponta e por muitas vezes com preços elevados, a gíria Gadget é referência de produto tecnológico para poucos, embora seja usada de forma genérica quando se trata de software.

Além de seu mencionado uso como gíria tecnológica, cabe pontuar que o termo “gadget” ganha contornos específicos no campo da Psicanálise quando, na segunda metade do século XX, o psicanalista francês Jacques Lacan passa a dele fazer uso para referir-se aos objetos de consumo produzidos e ofertados como se fossem “desejos” pela lógica capitalista – na qual estão agregados o saber científico e as tecnologias em geral. Dentre estes gadgets, diz Lacan, encontram-se os “sujeitos-mercadorias”, aqueles que incorporam de forma um tanto psicótica uma atitude de objetos de consumo breve e que, por isso, investem suas energias em provar-se “consumíveis” ou “desejáveis” aos olhos de eventuais parceiros ou do Mercado, o grande senhor contemporâneo. Pela perspectiva lacaniana estes sujeitos-mercadoria não são de fato sujeitos, já que consomem “objetos” e ofertam-se ao consumo por “objetos”, não ao estabelecimento de laços sociais.

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Podcast

Postado por admin em INTERNET em quinta-feira fev 5, 2009

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Podcast é uma forma de transmissão de arquivos multimídia na Internet criados pelos próprios usuários. Nestes arquivos, as pessoas disponibilizam listas e seleções de músicas ou simplesmente falam e expõem suas opiniões sobre os mais diversos assuntos, como política ou o capítulo da novela. Pense no podcast como um blog, só que ao invés de escrever, as pessoas falam.

Podendo ser ouvidos a qualquer hora, os podcasts criam uma espécie de radio virtual direcionada para assuntos específicos, ou seja, de acordo com as características de cada ouvinte. Além do mais, esses arquivos podem ser escutados perfeitamente em um player portátil.

O termo Podcast é uma junção das palavras iPod e broadcast (transmissão via rádio), e surgiu em 2004. Os créditos do conceito deste termo são atribuídos ao ex-VJ da MTV Adam Curry, que criou o Como ouvir seus podcasts preferidos.primeiro agregador de podcasts e disponibilizou o código na Internet para que outros programadores pudessem aperfeiçoar e utilizar.

Alguns programas como o iTunes ou o Primetime Podcast Receiver possibilitam que o usuário reColoque a boca no trombone! :D ceba todas as atualizações de podcasts sobre os assuntos pré-selecionado por ele, funcionando como um feed RSS.

Se você não gosta só de ouvir e também quer expor suas opiniões, existem programas o quais permitem a criação de rádios e podcasts, como o PodOmatic. Com este plugin para o Winamp você pode criar e publicar quantos podcasts quiser, sobre os mais variados assuntos. É só soltar a imaginação e a voz.

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