Resenha – Livro “O que é Semiótica? – Lucia Santaella”
Posted by Brassanini in RESENHAS, SEMIÓTICA on 15 de abril de 2012
1ª PARTE
Dando um salto da Gestalt (teoria da forma – o indivíduo é capaz de perceber porque faz associações com aquilo que foi percebido) para a Semiótica. O termo Semiótica surge da raiz grega chamada “semeion”, que quer dizer “signo”. Portanto, Semiótica vem a ser a ciência ou doutrina dos signos, porém estamos aqui falando dos signos da linguagem. A Semiótica é uma nova ciência, podemos falar que a mesma é também a ciência geral de todas as linguagens.
Acredito que conforme citado no livro de Santaella, existe a possibilidade de que haja um mal entendido entre os termos língua e linguagem. Além do que trata-se de um território em constante crescimento. Historicamente, o século anterior nos trouxe o desenvolvimento de duas ciências da linguagem:
Linguística: a ciência da linguagem verbal e a Semiótica: a ciência de toda e qualquer linguagem. Ao falar linguagem, pode haver certa confusão com o termo língua, sendo assim, dificulta o entendimento de que se trata o livro da Semiótica. Não estamos falando no estudo das línguas (idiomas) e sim no estudo das linguagens.
A Semiótica, deve-se ao seu surgimento em três pontos do planeta, sendo eles na Antiga União Soviética com Stalin, na Europa Ocidental com Ferdinand Saussure e nos Estados Unidos da América com Charles Sanders Peirce. A teoria mais utilizada e importante conforme os pontos citados acima, é a teoria do americano Peirce,
Peirce sempre amou a Lógica, tanto que buscou outras ciências para entendimento da própria lógica, a lógica das outras ciências como Filosofia, Matemática, Astronomia entre outras. Peirce é o pai da Semiótica, e ele mesmo denominava que a Semiótica é um outro nome para a Lógica.
A Semiótica sempre esteve presente em tudo o que nos rodeia, nos cerca, esta na arte, no design e até no nosso dia a dia.
O homem sempre conviveu com a Semiótica, desde sua origem, mesmo sem saber o que é e qual a finalidade. Ao considerarmos a linguagem verbal escrita, sabemos que esta também não conheceu apenas o modo de codificação alfabética (escrita) criado no Ocidente a partir dos gregos. Existem, por exemplo, os hieróglifos, pictogramas, ideogramas, enfim, formas que se limitam com o desenho. Quando falamos em linguagem, nos referimos a uma enorme gama de formas de comunicação, a qual inclui a linguagem verbal articulada, além da linguagem dos surdos-mudos (LIBRA), o sistema codificado da moda, da culinária, etc. Todos esses meios de codificação, fazem parte da Lingüística.
Toda ciência, tem sua codificação, ou seja, cada uma apresenta uma forma diferente de comunicação para tal utilização e compreensão.
A arte, que com seu histórico desde as pinturas rupestres, onde os homens desenhavam em paredes para preservar a caça, até os dias atuais, onde de maneira conservadora de alguns movimentos artísticos utilizam os elementos semióticos, como a percepção, a base para a Semiótica.
Entendendo isto, a percepção passa, então a estar limitada a tudo que nós estamos preparados para perceber. Está implicada em ação inteligente e logo é transformada, fazendo com que possamos aprender o que está fora da mente, podendo ser explicado como um esquema sensorial.
Onde coloco o interpretando nessa semiose? Ele é quem traduz o julgamento de percepção através da proposição. A percepção é signo e se comporta como semiose. Da mesma forma que o objeto insiste.
Lembro que Santaella evitou concluir, no ponto, em que o percepto é um objeto físico, como fez Almender se há dúvida, surge outro julgamento de percepção que se contrapõe ao juízo perceptivo anterior, entrando na semiose do percepto, que insiste. Nossa, como Santaella utilizou-se de palavras complicadas, talvez para deixar suas frases bonitas, sendo assim, fica difícil a compreensão por parte de outros leitores, os quais buscam entender esta ciência aindaem desenvolvimento. Continuoabaixo com o raciocínio de Santaella a respeito de uma das tricotomias da Semiótica.
Quando erramos, o interpretante se manifesta, mas envolve ensinamento. O que aparece à nossa percepção pode ser primeridade pura, mas em geral as experiências de primeridade são perceptivas (julgamentos suspensos).
Por meio da obra de Charles Sanders Pierce, Até certa parte do texto, Santaella torna “simples” o que antes parecia complicado, explicando e justificando claramente o que é a Percepção, levando-nos a um mergulho nas águas profundas da Teoria Geral dos Signos. Cito um exemplo: no caso, os textos de Pierce são o objeto e o livro de Santaella é o signo produzido pela mente da autora que o interpreta dinamicamente este objeto, produzindo outro signo que será interpretado por cada um que for lendo o livro.
Estou falando de semiose do signo e da existência de vários tipos de signos. Cada leitor é um interpretante livre imediato deste signo produzido a partir de um objeto.
Para que o leitor tenha mais subsídios para entender a Percepção, Lúcia nos apresenta as três modalidades possíveis de apreensão de todo e qualquer fenômeno, pelas quais aprendemos o mundo: Primeridade, é o primeiro momento, em que nossos olhos se deparam com alguma coisa ou objeto, sendo assim, nosso cérebro faz a leitura por completo do determinado objeto, mas ainda não há reconhecimento ou identificação do mesmo. Passamos para o secundo momento, chamado de Secundidade, o qual, o objeto passa a ser reconhecido ou identificado por nossos olhos e Terceiridade é a síntese do conjunto formado pelos outros dois momentos, que formam o terceiro e ultimo momento. Todos os momentos passam rapidamente por nossos olhos em fração de segundo e a tendência é de que a partir do terceiro, tudo volta para o primeiro e assim e diante.
A Semiótica é acompanhada de dez tricotomias, podendo chegar com seus elementos a faixa de mais de 2000 sub-elementos. Esta nova ciência, como dito anteriormente, tem uma enorme gama de conhecimento, e seu uso é de papel importante nos dias atuais, tanto para o mundo comercial, quanto para o mundo social.
2ª PARTE
Percebe-se que Santaella, apresenta no livro uma tabela com as três principais tricotomias da Semiótica, no entanto ela tenta demonstrar no seu raciocínio lógico, que as três tricotomias seguem caminhos semelhantes, embora as mesmas possam passar por caminhos distintos.
O motivo pelo qual escrevo nesta segunda parte, refere-se ao trecho no livro , em que Santaella, passa por um processo repetitivo e acaba até mesmo entrando em contradição, no que ela explica no livro inteiro, sendo assim, acaba dificultando a compreensão desta ciência que exige muita reflexão e estudo. Cito o trecho em que Santaellacoloca um exemplo da utilização da três principais tricotomias, “uma tela inteira de cinema que, durante alguns instantes, não é senão uma cor vermelha forte e luminosa. Quem assistiu a Gritos e Sussurros, de Bergman, deve se lembrar disso. Era a pura cor, positiva e simples, tão proeminente e absorvente que, no caso, nem sequer se podia lembrar ou perceber que aquela cor estava numa tela. É a qualidade apenas que funciona como signo, e assim o faz porque se dirige para alguém e produzirá na mente desse alguém alguma coisa como um sentimento vago e Indivisível. É esse sentimento indiscernível que funcionará como objeto do signo, visto que uma qualidade, na sua pureza de qualidade, não representa nenhum objeto. Ao contrário, ela está aberta e apta para criar um objeto possível”,.
Assim não foi possível entender! O sentimento indiscernível que ela diz que pode funcionar como objeto de signo, visto que uma qualidade, e novamente na pureza de qualidade, não representa nenhum objeto! No meu entender, ou representa ou não representa! Será que ela se confundiu? Ou “trocou as bolas”? Afinal a Semiótica não é uma coisa tão fácil de entender. Acredito eu que se Santaella, não utiliza-se de tantas palavras complicadas, talvés não ocorreria de ela mesmo entrarem contradição. Otrecho que coloquei acima, é só um exemplo da tal confusão abordada no inicio do capitulo “Classificação dos Signos” e que essa contradição se estende até antes do capitulo “Enfim”.
Reconheço que Santaella é uma das maiores semióticas da atualidade, e que suas obras são relevantes. Mas contudo paramos e pensamos, que não basta ter várias obras e estudar afundo tal ciência, e sim precisamos também saber como explicar essa tal ciência, pois muitos irão ler, e até mesmo poderão nos confrontar, além de que devemos ajudar a formar mais semióticos para esse mundo.
5 dicas para seu perfil fazer sucesso no LinkedIn
Posted by Brassanini in INTERNET on 15 de abril de 2012
Se você se descreve como “criativo”, “organizacional” ou “eficiente” no seu perfil do LinkedIn, talvez queira repensar as palavras que usa.
De acordo com uma nova pesquisa da rede social profissional, esses três rótulos estão entre as três buzzwords (palavra ou frase de efeito para impressionar) mais usadas neste ano – e consequentemente ineficientes – pelos usuários norte-americanos do site.
“No cenário econômico atual, você realmente precisa se destacar da multidão para chamar a atenção de um gerente de contratações”, afirma a diretora de conexão do LinkedIn, Nicole Williams. “Se você está usando as mesmas palavras que todos os usuários do LinkedIn, está se misturando. As buzzwords são realmente apenas palavras vazias. Ninguém está prestando atenção de verdade nelas.”
Em vez disso, Nicole recomenda tirar um tempo para repensar como você se mostra por meio de seu perfil e examinar a linguagem que usa para isso. Confira abaixo cinco dicas para você iniciar um ano bem-sucedido profissionalmente.
1. Mostre, não fale
Como a competição é muito acirrada, Nicole diz que é especialmente importante evitar uma lista de tópicos sobre você e se focar em mostrar para as pessoas suas qualificações e sucessos em vez de falar sobre isso para elas.
“Só porque uma palavra é uma buzzword não significa que você precisa buscar por outra para substituí-la. Em vez disso, se pergunte como você pode demonstrar o que fez”, diz. “Em vez de descrever a si mesmo como ‘criativo’, dê um exemplo que mostra como você tem sido criativo – como você desenvolveu uma campanha de sucesso que produziu grandes resultados.”
2. Retire todas as palavras “dispensáveis”
Williams diz que a palavra “motivado”, que ficou em sexto lugar entre as principais buzzwords, é um ótimo exemplo de uma palavra “dispensável” – ou palavra que não adiciona nenhum valor ao seu perfil do LinkedIn.
“Você não tem muito espaço para causar uma impressão. Nenhum gerente de contratações está buscando alguém se descreva como motivado porque eles supõem que isso seja algo que você já seja”, diz.
A especialista recomenda dar uma geral no seu perfil em busca desses tipos de palavras e substituí-los com exemplos mais concretos. A maneira mais fácil de encontrá-las, diz Nicole, é perguntar a si mesmo se o oposto dessa palavra é algo que você poderia ser – como, por exemplo, “desmotivado”.
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3. Mostre suas habilidades
Em vez de depender das buzzwords que você achou que deveria usar, adicione LinkedIn Skills (Habilidades LinkedIn) ao seu perfil para aumentar as chances de aparecer em resultados de busca quando outros profissionais precisarem de alguém como você para um projeto, recomenda Nicole.
A seção de Habilidades do LinkedIn permite buscar por conjuntos específicos de habilidades para determinar sua popularidade, examinar profissionais e locais de destaque associados com essa habilidade, encontrar trabalhos e grupos relacionados, descobrir se uma habilidade em especial está mais ou menos em tendência, e mostrar no seu perfil aquelas em que você possui mais facilidade.
4. Peça recomendações
A diretora do LinkedIn sugere pedir recomendações de antigos gerentes e clientes para dar as outras pessoas que vêem seu perfil um senso mais equilibrado de quem você é como um profissional.
Quando você pede uma recomendação de alguém, esteja certo de mostrar a razão de estar pedindo, se é para conseguir mais clientes ou porque você está em busca de um novo emprego, explica Nicole.
Um exemplo de escrever um pedido de recomendação seria: “Brad, eu realmente agradeceria se você pudesse me dar uma recomendação quanto ao projeto da ABC em que trabalhei e que resultou em nós conseguindo aumentar as vendas em 120%”, diz.
5. Se estiver em dúvida, visite o site da empresa
Como você tem um espaço pequeno para causar um grande impacto, Nicole diz para visitar o site de um potencial empregador para preencher os espaços deixados no seu perfil pelas buzzwords que você removeu.
“Se você está buscando por um trabalho e sem algumas palavras, vá até o site da empresa em que está interessado para ver quais palavras eles usam para descrever seus funcionários e sua cultura”, explica. “Apenas lembre-se de ser objetivo e dar exemplos.”
Fonte: IDG News Service / EUA
Organização de perfis em pastas do Organizador de perfis
Posted by Brassanini in INTERNET on 15 de abril de 2012
Na página do Organizador de perfis, você pode visualizar os perfis salvos. Você pode adicionar perfis às pastas da seguinte maneira:
- Posicione o mouse sobre “Perfil” no topo de sua página inicial.
- Clique em “Organizador de perfis” no menu suspenso para ver a lista dos perfis salvos.
- Clique em “Adicionar à pasta” dentro do registro de uma pessoa e, em seguida, siga uma destas etapas:
- Para salvar em uma nova pasta – digite o nome da nova pasta na caixa de texto e clique em “+”.
- Para salvar em uma pasta já existente – clique na caixa ao lado da pasta desejada para selecioná-la e, em seguida, clique em “Salvar”.
Os perfis podem ser adicionados a várias pastas.
Fonte: Linkedin
Como criar e apagar um perfil em outro idioma
Posted by Brassanini in INTERNET on 15 de abril de 2012
Você pode traduzir o seu perfil principal em outros idiomas na página Editar perfil. Isso permite que usuários que utilizam o LinkedIn em outro idioma, ou fazem pesquisas em outro idioma, veja o seu perfil no idioma que eles preferem.
Você pode criar quantos perfis secundários desejar em outros idiomas.
- Clique em Perfil no topo de sua página inicial.
- Clique no link “Criar seu perfil em outro idioma”, no lado superior direito.
- Escolha o idioma desejado e traduza o seu título profissional.
- Atualize a forma como seu nome e sobrenome são escritos (se for diferente) no idioma do perfil que está sendo criado.
- Clique em Criar perfil para acessar a página Editar perfil do novo perfil em outro idioma.
- Clique em qualquer link Editar e traduza os campos em aberto.
- Clique em Atualizar e continue a editar as outras seções.
Observação: você pode obter mais informações sobre como criar o seu perfil em outros idiomas.
- Clique em Perfil no topo de sua página inicial.
- Selecione o idioma na lista suspensa de Perfil no canto superior direito.
- Clique no link Excluir este perfil no canto superior direito.
- Se esse link não estiver presente, significa que este é o perfil principal (veja a observação abaixo).
- Clique em Sim, excluir perfil.
Observação: não existe uma opção que permita mudar o idioma do perfil principal, a menos que você encerre a sua conta e se cadastre novamente no LinkedIn utilizando o idioma que preferir para criar uma nova conta e um novo perfil. Não recomendamos essa opção porque você perderá todas as conexões e recomendações associadas à conta encerrada.
Fonte: Linkedin
Linha do Tempo: Perfil no Facebook com cara nova
Posted by Brassanini in INTERNET on 15 de abril de 2012
Em breve todos os usuários terão de migrar para a nova interface. Veja dicas para editar seu perfil e não mostre mais de sua vida do que gostaria.
Prepare-se, seu passado virá à tona. A Linha do Tempo do Facebook, aos poucos, chegará a todos os usuários e, se você quiser, já pode habilitá-la. A nova interface é basicamente um caderno que exibe suas ações, das mais recentes até as mais antigas, remetendo às primeiras coisas que compartilhou pela rede social.
Isso significa que você e seus amigos poderão visualizar a história dos membros do site com poucos cliques. Antes, não havia forma fácil de resgatar atividades concretizadas há muito tempo na plataforma.
Se isso te deixa receoso quanto ao que aparecerá, saiba que é possível esconder o que achar que precisa ser omitido. Vale destacar, porém, que você só terá sete dias para fazer as mudanças antes que a nova interface seja habilitada.
A rigor, há três maneiras de trazer os recursos para o seu Facebook. Você pode habilitá-los a partir desta página, esperar que o site o avise de que tudo já está pronto, ou, se preferir, resistir até o final. Saiba, porém, que em algum momento todos os usuários serão obrigados a migrar, portanto, por que não providenciar a mudança por conta própria?
A seguir, veja algumas dicas de como proceder, e evite possíveis transtornos. Sete dias são mais do que o suficiente para preparar o terreno antes que ele seja exibido a todos os seus amigos.
Esconda seus posts
Se quiser se livrar de uma antiga atualização de status, foto ou link compartilhado, vá até o post e leve o mouse ao canto superior direito. Clique no pequeno lápis e selecione “Esconder da Linha do Tempo”. No caso de atividade de aplicativos, embora as opções sejam um pouco diferentes, o processo é bastante parecido.
Se estiver difícil para encontrar uma ação específica, preste atenção nos links de navegação à direita, que lista o conteúdo por ano. Clique em um deles e provavelmente você achará o que procura – também é possível selecionar o mês desejado.
Cheque seu histórico
Se você quiser que uma ação permaneça visível, mas só para algumas pessoas, você pode alterar as configurações de privacidade, clicando em “Registro de Atividades”, abaixo de sua foto de exibição. Uma janela com todos os tipos de ações de seu perfil, organizadas por ano, aparecerá.
Algumas ações, como mensagens na mural de um amigo, podem ser também apagadas a partir desta janela. Atualizações de status ou links compartilhado podem, no máximo, ser restringidos. Clique na opção de atividade que queira alterar; você verá uma lista semelhante aos controles de privacidade do Facebook. Escolha se prefere deixar o post aberto apenas para amigos ou fechado para colegas do trabalho, por exemplo.
Destaque posts antigos
Se você tem um post antigo que gostaria de destacar, vá novamente até o canto superior direito da atualização. Em vez do pequeno lápis, clique na estrela desta vez, e a foto, por exemplo, será exibida na coluna principal da Linha do Tempo.
O Facebook automaticamente elege algumas atividades que considera mais importantes, como o começo de um trabalho ou o fim de universidade. Se você preferir deixa-los como uma ação convencional – escondida em meio a todas as outras – basta clicar na estrela que eles deixarão a posição de destaque.
Escolha uma foto de capa
No topo do perfil haverá uma foto grande, que será a primeira coisa que as pessoas verão quando visitarem sua página. Você terá de selecionar uma, sendo que, ao lado, uma imagem menor será exibida – a miniatura que aparece no chat. Pare um pouco e escolha a foto, lembrando-se, sempre, que ela será pública e todos da rede poderão vê-la.
Veja como os outros te veem
Por fim, depois de editar a Linha do Tempo, é melhor checar como ela ficará aos olhos dos outros. Para fazer isso, vá até o ícone abaixo de sua foto de capa, selecione-o e clique em “Ver como”. Isso mostrará como o seu perfil é visto por pessoas que não são seus amigos ou para seus assinantes, se você os tiver.
Você pode, também, preencher a caixa de texto como o nome de algum amigo para saber como exatamente ele vê o seu perfil. Uma vez terminado, clique em “Voltar para a Linha do Tempo”.
Fonte: PC World/US
Prestes a chegar ao Brasil, Kindle Touch ganha interface em português
Posted by Brassanini in COMPUTAÇÃO on 15 de abril de 2012
Aparelho também ganhou melhorias na visualização de imagens e mais opções de compartilhamento. Usuários podem encomendá-lo pelo site da Amazon.
A Amazon liberou a nova versão de seu software para o Kindle Touch, que, além de trazer melhorias na usabilidade, adiciona mais opções de idioma, entre elas o português.
O modelo 5.1.0 chega no momento em que a empresa tenta expandir o mercado de seu dispositivo. Consumidores de mais de 175 países já podem encomendá-lo a partir do site oficial, embora o lançamento esteja marcado para 27/04. No Brasil será possível também aproveitar a conexão 3G gratuita para baixar e-books da Kindle Store, privilégio oferecido a quem adquiri-lo.
Além do português, o e-reader contará com interface em alemão, francês, espanhol e italiano. Os usuários poderão, pro exemplo, grifar um trecho em uma língua estrangeira obter, instantaneamente, sua tradução por meio da ferramenta Bing, da Microsoft.
No entanto, nem todos os recursos funcionarão em todos os idiomas. A função em que o aparelho lê para o usuário um livro, e que agora é compatível com jornais e revistas, funciona apenas em textos em inglês.
Leia mais: No Brasil, Kindle Touch com 3G gratuito é o barato que sai caro
Quanto às alterações de usabilidade, houve melhorias nos gráficos e agora há a opção de alternar entre os modos retrato (vertical) e paisagem (horizontal) para facilitar a visualização de mapas e imagens. Recursos de compartilhamento também receberam atenção: de qualquer página os internautas poderão comunicar seus amigos no Twitter e no Facebook sobre o que estão lendo.
A atualização do software ocorrerá automaticamente, mas os mais ansiosos podem baixar o update por meio do site da Amazon, neste link.
Nokia está prestes a perder liderança após 14 anos de supremacia
Posted by Brassanini in MERCADO on 15 de abril de 2012
Analistas consultados pela agência Reuters apostam que fabricante finlandesa foi desbancada pela Samsung neste primeiro trimestre.
A Nokia pode ter perdido a liderança no mercado de celulares pela primeira vez em desde que a assumiu, há 14 anos. Segundo pesquisa realizada pela agência Reuters com analistas, a expectativa é de que a fabricante finlandesa tenha sido superada pela Samsung no primeiro trimestre deste ano.
Em média, os especialistas estimaram em 83 milhões de unidades distribuídas pela Nokia. O número é maior do que a previsão da própria empresa que falou em 71 milhões de celulares entregues no período. Já a Samsung teria comercializado 88 milhões, o que só será confirmado no fim deste mês quando ela apresentar seus resultados.
A Nokia atribuiu seu desempenho insatisfatório a “múltiplos fatores negativos”, que teriam provocado queda de 35% em suas vendas em relação ao mesmo período de 2011. Comenta-se que seu declínio tenha começado em 2007, quando a Apple lançou o iPhone e deu a largada para uma nova fase no segmento dos dispositivos móveis.
Leia mais: Nokia compensa usuários por falha no Lumia 900 e smartphone sai de graça
Só entre 2010 e 2011, por exemplo, sua participaçãoentre os smartphones caiu de 33% para 16%, enquanto que a da Samsung alcançou 19%, segundos os institutos Strategy Analytcs e IHS iSuppli. Embora a parceria com a Microsoft venha surtindo efeito – dois milhões de modelos com Windows Phone 7 foram vendidos no primeiro trimestre – ela ainda não conseguiu compensar a perda de popularidade dos dispositivos com Symbian.
A Samsung, por outro lado, além de ter obtido sucesso com produtos da plataforma Android – destaque para o Galaxy S II – acirrou a competição na Ásia, mercado que a Nokia ainda domina, mas onde segue perdendo espaço.
Fonte: IDGNow
Publicada em 13 de abril de 2012 às 08h00
Novo Google Music, a loja de música online do Google
Posted by Brassanini in INTERNET on 21 de novembro de 2011
O serviço, que funcionava em modo Beta (apenas para convidados) desde maio, agora está aberto a todos, mas somente nos EUA, por enquanto.
O Music permite armazenar todas as músicas do usuário e fazer o streaming (transmissão via web) para qualquer dispositivo.
De acordo com a empresa, esse recurso será gratuito.
Além disso, também será possível comprar música digital no Android Market, a loja de apps para o sistema operacional. Antes da compra, será possível ouvir 90s da faixa. A Google promete que a biblioteca terá “milhões” de músicas.
A loja já pode ser acessada no endereçomusic.google.com, e apps para o sistema Android devem chegar nos próximos dias.
De acordo com a Google, uma nova versão de seu player de música chegará nos próximos dias, e será compatível com todos os navegadores, incluindo os do sistema operacional iOS, da Apple.
A gigante fez parcerias para vender músicas de selos independentes e três grandes gravadores dos EUA: Universal Music, Sony Music e EMI. Ainda falta a Warner Music, com quem a Google diz estar negociando.
Por Redação do IDG Now!
Publicada em 16 de novembro de 2011 às 20h53
Atualizada em 17 de novembro de 2011 às 15h22
Novo recurso do Facebook “entrega” até infidelidade, diz especialista
Posted by Brassanini in INTERNET on 6 de novembro de 2011
O recurso Ticker, aquela barra lateral direita do Facebook que mostra em tempo real tudo que seus amigos fazem ou deixam de fazer, é uma ameaça à privacidade dos usuários do site, segundo o pesquisador e especialista em segurança brasileiro, Nelson Novaes Neto.
Para mostrar o problema causado pela ferramenta lançada há algumas semanas, Neto fez um post em seu site e produziu um vídeo ilustrativo sobre uma situação hipotética de traição conjugal revelada pelo Ticker. No clipe de 11 minutos, é possível ver algumas situações em que o recurso, chamado de Novidades na versão em português, pode “entregar” mais do que o usuário gostaria.
A ferramenta “anti-privacidade”, como exemplificado pelo expert, pode entregar uma traição conjugal – ou uma mentira no trabalho, para os pais, etc, já que os usuários não tem controle sobre ela. Para isso acontecer, basta que o amante (ou pessoa chave em questão) deixe seu perfil ou publicações como públicos, por exemplo. Neste caso, mesmo que a mulher adúltera mude suas configurações de privacidade e escolha ocultar suas publicações, inícios de amizade e lista de amigos, o marido traído ficará sabendo do caso pelo Ticker.
Mas como o recurso ainda não está disponível para todos os usuários do Facebook, incluindo o marido traído nessa caso, pode ser que isso “salve” a mulher, certo? Errado, pois se um amigo em comum do casal tiver o Ticker, por exemplo, ele poderá ver todos os posts que a entregam e contar ao marido.
Em testes rápidos feitos pelo IDG Now!, o problema da “falta de privacidade” foi fielmente reproduzido. Mesmo ocultando as atualizações e inícios de amizade de um usuários, esses dados acabavam aparecendo no Ticker de seus amigos.
Cuidados
Para saber se uma publicação no Facebook é pública, busque pelo globo da Terra no lado direito do tempo do post – ao passar o mouse sobre ele aparecerá a palavra “Público”. Outros tipos de compartilhamentos no site incluem “apenas com amigos” e “amigos de amigos”, mas é bom tomar cuidado com essa última opção. Pois ela pode estender e muito o alcance do post, podendo chegar até sua namorada(o), chefe, mãe, pai, ou qualquer grupo de pessoas que você não gostaria que soubesse dos seus comentários, Curtir, entre outras ações.
Solução
Segundo Neto, ele já informou essa questão de privacidade para a equipe de segurança do Facebook há alguns meses, mas não recebeu nenhuma resposta até o momento. “Na minha visão e opinião, este novo recurso do Facebook vai completamente contra o desejo, conhecimento e consentimento dos usuários”, diz Neto.
O especialista diz também que ainda não conseguiu descobrir um meio de desativar ou configurar o Ticker da maneira que preferir.
Novo recurso do Facebook entrega até infidelidade, diz especialista – Internet – IDG Now!T
O que você acha do Ticker? Nos diga nos comentários abaixo.
Internet é o meio publicitário de maior crescimento no ano até agora
Posted by Brassanini in INTERNET, MERCADO on 6 de novembro de 2011
A internet foi o meio que mais cresceu nos primeiros oito meses deste ano, aponta o projeto Inter-Meios, feito em parceria entre o Meio & Mensagem e a PricewaterhouseCoopers, com informações fornecidas pelos veículos.
De acordo com o relatório, o bolo publicitário no país teve crescimento de 5,86% até agosto, superando 17,6 bilhões de faturamento.
Internet, com 19,25%; TV paga, com 15,4%; e mídia exterior, com 13,23%, foram os meios de maior aumento até agora.
A TV aberta ainda é a principal mídia no país, com faturamento de 11,1 bilhões de reais – 63,25% do bolo publicitário total.
Em seguida, jornal, com fatia de 12,3% (faturamento de 2,1 bilhões e crescimento de 2,03%); revista, com quase 7% (receita de 1,2 bi e alta de 5,22%) e internet, com share de quase 5% e faturamento de 857,9 milhões.
Por Redação do IDG Now!
Send Informática abre vagas para profissionais de TI
Posted by Brassanini in INTERNET on 11 de março de 2011
Com o objetivo de ampliar sua participação de mercado, a Send Informática abriu vagas para profissionais de tecnologia da informação (TI) para a cidade de São Paulo. Atuando há 20 anos no desenvolvimento e customização de soluções tecnológicas para gestão empresarial, a empresa quer crescer em três áreas de atuação: software, alocação de profissionais e sistemas de gestões (ERP).
“O mercado está aquecido e queremos aproveitar o momento para crescermos ainda mais. A Send está em busca de profissionais qualificados para os vários projetos em andamento”, declarou em nota o diretor da SEND, Mauriti Jorge de Oliveira.
As vagas abertas são para: analistas programadores Genexus, com conhecimento nas versões 7.5, 8.0, 9.0, X Evolution I e II (Windows, WEB, I-Series); administradores de redes e de segurança; analistas de atendimento (sexo feminino), para atuar no suporte a clientes e; analistas de implantação (sexo masculino), com experiência em implantação de ERP, suporte, treinamento, elaboração de manuais e visitas a clientes.
É desejável que os candidatos às vagas de analista de atendimento e analista de implantação tenham conhecimento em rotinas comerciais, financeiras, de suprimentos e contábeis. Os candidatos à vaga de analista de implantação devem ter disponibilidade para viagens.
Os interessados devem enviar seus currículos com pretensão salarial para: rh@sendinfo.com.br
Simpress recruta 40 profissionais em SP, RJ e PR
Posted by Brassanini in CARREIRA on 11 de março de 2011
A Simpress, empresa provedora de soluções de impressão e gestão de documentos, abriu 40 vagas para diversas áreas, como análise de suporte e soluções, gestão de serviços, recursos humanos, inteligência de mercado, atendimento, análise contábil e técnico em eletrônica. As oportunidades são para a sede da companhia, em São Paulo e para as filiais, no Rio de Janeiro e no Paraná.
As novas vagas fazem parte do plano de crescimento da companhia em 2011, informa o diretor presidente da Simpress, Vittorio Danesi. Estamos em busca de colaboradores, dinâmicos e com vontade de desenvolver a carreira para complementar nossa equipe”, destaca Danesi.
Segundo ele, proatividade, flexibilidade, disponibilidade, boa interação interpessoal e seriedade também são qualidades importantes para fazer parte da equipe de colaboradores da Simpress.
Os interessados em participar do processo seletivo podem consultar mais detalhes no site da empresa e cadastrar seu currículo na área de carreiras para concorrer às oportunidades da companhia de acordo com o perfil definido.
Cybercrime: Maquininhas de cartão em lojas são novos alvos
Posted by Brassanini in SEGURANÇA on 11 de março de 2011
Os sistemas de ponto de venda (POS – Point Of Sale) são cada vez mais alvos preferenciais dos cibercriminosos, devido a controles de segurança deficientes nos pagamentos com cartões de crédito e débito. A conclusão é de estudo encomendado pelas administradoras American Express, Visa e MasterCard à Trustwave, com foco, principalmente, em violações de cartões de pagamento a partir de transações geradas por pequenas empresas.
O estudo da Trustwave investigou 220 casos de violações de segurança dados em todo o mundo, em 2010. A grande maioria dos casos teve a ver com deficiências em dispositivos POS.
“Devido a várias vulnerabilidades conhecidas, os sistemas POS continuam a ser o método mais fácil para os criminosos obterem os dados necessários à execução de fraudes com cartões de pagamento”, afirma o Global Trustwave Security Report 2011.
Os dispositivos de POS leem a faixa magnética no verso do cartão, que contém as informações da conta, e as transmitem para o processamento de pagamentos. Apesar de existirem regras obrigatórias de segurança que os programadores devem usar nos dispositivos, como a norma Payment Application Data Security (PADS), a Trustwave diz que “esses controles raramente são implementados de forma adequada”.
Leia também: Redes de micros zumbis já movimentam 10 bilhões de dólares por ano
Golpe no Brasil
No Brasil, golpes com máquinas de ponto de venda apoiam-se em técnicas mais simples, como a substituição dos terminais por aparelhos falsos. Ontem, quarta-feira (9/3), a Polícia Civil de São Paulo divulgou detalhes de uma operação de combate a um esquema de clonagem de cartões de débito e crédito.
Segundo informações publicadas nesta quinta-feira (10/3) pelo jornal O Estado de S.Paulo, lojas de pelo menos três shoppings da cidade – Bourbon, Anália Franco e Metrô Tatuapé – utilizavam máquinas instaladas por bandidos, que se passavam por técnicos de manutenção para trocar os equipamentos.
A polícia informou ao jornal que cada informação de cartão era vendida por até 50 reais. As máquinas eram da empresa Redecard – que, “por questões de segurança”, preferiu não se manifestar.
Erros de autenticação
Além disso, muitas pequenas empresas dependem de integradores para suportar os dispositivos de POS. Integradores esses com práticas questionáveis de segurança. Em 87% dos casos de violação de privacidade de dados, os integradores tinham cometido erros nos sistemas de autenticação, revela a Trustwave.
“Segundo a nossa experiência, muitos integradores de dispositivos de POS não estão qualificados e não têm as melhores práticas de segurança, deixando os seus clientes vulneráveis a ataques”, diz o estudo.
Os POS são um alvo atraentes para os criminosos, pois a informação a que têm acesso nos cartões é mais completa, segundo a Trustwave.
Por exemplo, um ataque contra um site de comércio eletrônico pode revelar números de cartão de crédito e datas de expiração do cartão. São informações úteis apenas nas chamadas fraude de cartão não presente, como a compra de mercadorias em um site.
Já os dispositivos POS recolhem toda a informação contida da faixa magnética. O que torna possível, por exemplo, clonar o cartão para uso em uma ATM ou em um estabelecimento comercial.
O aumento da conformidade dos seus sistemas com o código de boas práticas Payment Card Industry Data Security Standard (PCI-DSS), criado pela indústria de cartões, pode ajudar a aumentar a segurança do uso dos POS. Ela proíbe, por exemplo, o armazenamento de dados da banda magnética no terminal POS e determina o uso de criptografia na transmissão.
Malware específico
E mesmo assim, há falhas. Em 2010, o estudo da Trustwave também descobriu uma nova tecnologia nociva dirigida a aplicações de POS, capaz de extrair dados cifrados. “O malware específico de POS é o mais sofisticado que temos visto, e semelhante ao das ATMs, detectado em 2009. Exige profundo conhecimento sobre o funcionamento da aplicação POS”, descreve o relatório da Trustwave.
Além disso, apesar de o PCI-DSS já estar bem difundido na América do Norte e na Europa, “outras áreas do mundo estão apensa no início da adoção“, considera a Trustwave. “Por exemplo, a América Latina e a Ásia-Pacífico estão muito aquém de outras áreas do mundo na identificação e reconhecimento de violação de dados, o que afeta negativamente o esforço global para combater o comportamento criminoso.”
Fonte:Por Redação da Computerworld – Publicada em 10 de março de 2011 às 08h00
Atualizada em 10 de março de 2011 às 15h52
Brasil bate recorde de notícias censuradas no Google
Posted by Brassanini in INTERNET on 16 de fevereiro de 2011
Só na primeira metade do ano passado, o Google foi obrigado por autoridades brasileiras a tirar do ar 398 textos jornalísticos. Foi recorde mundial do período. O dobro do segundo da lista, a Líbia. O dado está no relatório do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), divulgado ontem em São Paulo. Além disso, nos dias finais da corrida eleitoral brasileira, os juízes do País emitiram 21 ordens de censura, revela uma pesquisa do Centro Knight para o Jornalismo, do Texas (EUA). Muitas agências de notícias foram também multadas ou tiveram de remover conteúdos.
“Esse quadro mostra que a censura e a autocensura, que vem junto, estão atingindo níveis muito sérios no Brasil”, resumiu Carlos Lauria, coordenador do CPJ, que veio ao Brasil apresentar o levantamento Ataques à Imprensa em 2010. Ele distribuiu ainda outro texto menor sobre a situação na América Latina, em encontro promovido pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). “Nossos levantamentos apontam 44 jornalistas mortos em serviço e 145 presos, em todo o mundo, no ano passado”, resumiu.
A censura ao jornal O Estado de S. Paulo, hoje em seu 565.º dia, é o destaque de abertura do levantamento sobre o continente. “É espantoso que, num país como o Brasil, um dos maiores jornais seja proibido de noticiar um grande escândalo, que envolve figuras políticas conhecidas. Não consigo imaginar o The Washington Post sendo proibido de publicar algo sobre um ex-presidente americano”, disse ele. Lauria vai a Brasília amanhã, onde se reunirá com autoridades do Planalto, da Secretaria das Comunicações e dos Direitos Humanos. A agenda inclui uma visita ao Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Editado por UOL Notícias
La vai uma dica da InfoWorld: Como evitar os 12 pecados mortais mais comuns
Posted by Brassanini in TECNOLOGIA on 14 de fevereiro de 2011
Grande parte das peculiaridades das linguagens de programação se deve ao fato de seu emprego ser propício apenas em ocasiões absolutamente singulares. O resultado disso são plataformas de programação obscuras, merecedoras de horas de estudo e de pesquisa, além de testes.
Web sites com implementações XML, por exemplo, podem não ter a instrução de avisar ao navegador que ele deve se prepara para receber dados nessa forma. Quando isso acontece, as funções não são executadas de forma propícia, até que os valores correspondentes sejam encontrados.
Desenvolvedores sofrem especialmente com programas desenvolvidos pelo que é conhecido na indústria de TI como Noob (novato, inexperiente). Estruturas antiquadas e ausência de recursos que aumentem a robustez dos códigos estão entre os principais motivos de seu descontentamento.
Mas existem outras questões, todas de cunho técnico, capazes de tirar definitivamente o sono dos desenvolvedores.
Erro de programação #1 – Um código relapso
O caminho mais rápido em direção a um programa falho consiste em relaxar na hora de desenvolver seu código. É comum isso se transformar em conseqüências desastrosas, de acordo com a aplicação, por parte de um usuário despreparado. Perguntas _ como será que uma entrada 0 é capaz de achar seu caminho até a operação de divisão? Terá o texto submetido no tamanho correto? O formato das entradas foi verificado? A identidade do usuário é verificada na base de dados? _ acabam não sendo feitas, levando a pequenos erros que podem comprometer um programa inteiro.
Para piorar ainda mais, o design avançado de linguagens de programação modernas, que deveriam corrigir esse tipo de contingência, não dá conta de cumprir seu papel. Um exemplo disso é a última versão do Java, em que foi implementada a tentativa de facilitar a checagem por “null-pointers” com base em sintaxes abreviadas para a realização dos ensaios de apontadores. Basta adicionar um ponto de interrogação a cada invocação de método; automaticamente será incluído um teste de “null-pointers” que ajuda a subsituir uma miríade de argumentos if-then desse tipo:
<code>
public String getPostcode(Person person) {
String ans= null;
if (person != null) {
Name nm= person.getName();
if (nm!= null) {
ans= nm.getPostcode();
}
}
return ans
}
</code>
Por isso:
<code>
public String getFirstName(Person person) {
return person?.getName()?.getGivenName();
}
</code>
Mesmo assim, no final das contas, esse tipo de correção de códigos apenas evita que o código trave, sem garantir que seja um código útil. Porque, em uma abordagem pragmática, percebe-se que esses recursos não erradicam o problema principal: a proliferação de valores nulos, resultado de programação relapsa.
Erro de programação #2 – Ser refém de detalhes
Na contramão do argumento anterior, códigos ultra detalhados podem transformar uma execução breve em um processo que se arrasta parecendo não ter fim. Nada contra verificar alguns null pointers, mas existem códigos que são um exemplo de paranóia, dada sua rotina de verificação obsessiva.
Sobrecarregar códigos com rotinas de verificação pode ser mal interpretado por determinados sites, o que ocasiona a negação de serviços na rede. Tenho vários pacotes que, de tanto verificar se existem atualizações, rodam de maneira lenta se não estiverem sendo executados em um PC conectado à web.
O desafio nesse caso é escrever um código com camadas que chequem os dados assim que eles aparecem. Em bibliotecas que exigem a participação de vários programadores ou que sejam feitas por um programador apenas é bastante complicado manter o controle sobre as verificações de pointers.
Erro de programação #3 – Complicar funções de controle
Equivale a implorar que aconteça um desastre.
“Meu maior arrependimento é ter trabalhado no desenvolvimento de um código base por três anos sem me importar em torná-lo modular. Aprendi da pior maneira quais são os resultados de não respeitar princípios de SIngle Responsibility (atribuições singulares). Hoje, não há um código novo que eu não comece por revisar a fatoração do código original”, diz Mike Subelsky, um dos fundadores da OtherInBox.com.
Como você deve desconfiar, Subelsky é um programador de Ruby on Rails, um framework que incentiva a criação de códigos simples, pois parte do princípio de a estrutura principal do código seguir padrões usuais. No jargão de programadores da plataforma Ruby esse procedimento é chamado de convenção no lugar de configuração. O software parte do princípio de que, se o programador criar um objeto de valor “name” com dois campos, sendo estes “first” e, outro, “last”, ele (o programa) deve fundar duas bases de dados com os mesmos nomes. A definição dos nomes em apenas um campo evita que surjam complicações caso alguém esqueça de manter todas as camadas em sincronia.
Erro de programação #4 – Deixar tudo na mão dos frameworks
Ao interpretar as intenções do programador, os frameworks terminam gerando mais confusão do que o esperado deles e dificultam a identificação de possíveis erros de programação.
Para G. Blake Meike, profissional de programação sediado nas imediações de Seattle, o excesso de confiança em frameworks “inteligentes” é um impeditivo quando se trata de criar códigos limpos.
Para Meike, a convenção é algo que deve acontecer fora do software, ela deve ser fruto do acordo entre quem programa. “A não ser que você seja íntimo das regras adotadas pelo Ruby on Rails na hora de transformar uma URL em um método de chamadas, você jamais saberá o que acontece em resposta a uma requisição”, diz.
“Se, por um lado, as regras são bastante razoáveis, elas estão longe de serem triviais. Trabalhar com Ruby requer conhecimento. À medida que o aplicativo cresce, se torna cada vez mais essencial saber detalhes dessas regras. No final das contas, de tantos detalhes triviais em sua natureza, mas não em seu conteúdo, dominar a programação Ruby significa saber viver em um ecossistema singular”.
Erro de programação #5 – Acreditar no cliente
Boa parte dos erros de programação aparecem quando o desenvolvedor parte do princípio de que o cliente sabe o que fazer. Um código, por exemplo, escrito para rodar em um browser, pode ser reescrito pelo navegador com a finalidade de executar qualquer ação arbitrária. Cabe aos desenvolvedores realizar dupla verificação dos dados retornados, pois tudo pode dar errado.
Entre os ataques mais elementares, encontra-se o fato de alguns programadores permitirem a transmissão de dados do cliente diretamente para a base de dados. Nada de errado até o cliente decidir enviar informações no formato SQL no lugar de repostas válidas. Sites que solicitam o nome do usuário e o adicionam às requisições podem ser atacados por usuários que decidam responder informando um nome “x; DROP TABLE users;“. O que acontece é que a base de dados partirá do princípio do nome do usuário “x” e seguirá para o próximo comando, apagando a tabela contendo todos os usuários.
Outras ocasiões que propiciam o abuso por parte de usuários mais experientes são as pesquisas digitais. O Buffer overrun continua sendo um dos métodos mais elementares para corromper softwares.
Para piorar, várias brechas de segurança podem surgir da união de três de quatro supostas brechas benignas. Um programador pode permitir que um cliente escreva um arquivo partindo do princípio de as permissões do diretório serem suficientes para evitar escritas em locais proibidos. Pouco depois, outro programador pode alterar as permissões temporariamente para corrigir um bug randômico. Sozinhas, essas circunstâncias não oferecem grande risco, mas uma vez combinadas, dão acesso privilegiado ao cliente.
Erro de programação #6 – Desconfiar demasiadamente do cliente
Em função de rotinas fortemente orientadas à segurança muitas vezes afastarem os usuários, alguns desenvolvedores web procuram afrouxar a segurança ao máximo. Isso facilita a interação de visitantes com os produtos além de propiciar uma defesa mínima de suas informações na hora de configurar uma conta, por exemplo.
Existe uma variedade de jeitos que permitem às bases de dados armazenar menos informação enquanto fornecem o mesmo serviço. Existem ocasiões em que a solução irá funcionar sem que guarde qualquer dado legível.
Erro de programação #7 – Confiar cegamente em caixas mágicas
Programadores são, definitivamente, profissionais de muita sorte. Afinal de contas, cientistas de computação continuam criando bibliotecas intermináveis com correções para todo e qualquer mal que assole o código. O problema, ao mensurarmos com certa leviandade o trabalho de terceiros, é terminar criando situações de risco no código, em função da complexidade que cerca o projeto.
“Criptografia é um dos algozes dessa realidade”, diz John Viega, um dos autores do “24 Deadly Sins of Software Security: Programming Flaws and How to Fix Them” (Os 24 pecados mortais em segurança de software – como corrigir erros de programação). “A maioria dos programadores parte do princípio de que linkar dentro da biblioteca de criptografia é garantia de robustez”, diz.
Erro de programação #8 – Querer reinventar a roda
“Desenvolver um método de criptografia próprio é um convite aos hackers”, diz Viega. O autor sabe que até programadores cometem erros quando tentam prevenir seus sistemas dos ataques de outros usuários ou de explorarem eventuais fraquezas em seus sistemas.
Então resta a perguntar em quem confiar. Em você ou nos outros “especialistas” em segurança?
A resposta para tal pergunta se encontra na sala e na mente dos gestores de riscos. Muitas bibliotecas dispensam perfeição, o que permite que se use a primeira solução em criptografia disponível.
Erro de programação #9 – entregar o controle nas mãos dos usuários
Programadores amam incrementar seus produtos com opções de otimização e de adequação para o usuário customizar o aplicativo. O problema é que a maioria dos usuários não tem ideia de como fazê-lo.
Um bom exemplo disso é o Android. A última vez que instalei um software para um smartphone com esse sistema, foram necessários cinco ou seis parâmetros de acesso aos dados. Apesar disso revelar esmero por parte da equipe do Android em desenvolver um sistema altamente personalizado e customizável, as opções de acesso aos recursos como a câmera e o GPS podem deixar um usuário menos experiente confuso. Quando transferem às mãos do usuário o poder de definir tais configurações também abrem as portas do sistema para, em caso de configuração imprecisa, deixar entrar pessoas mal-intencionadas no sistema.
A ironia está no fato de os usuários desejarem essas opções quando decidem por este ou aquele sistema. Quando chega a hora de configurar o ambiente, faltam as informações necessárias para realizar esses ajustes de forma adequada.
Erro de programação #10 – Simplificar demasiadamente
Para alguns desenvolvedores, a solução nos casos de múltipla escolha é deixar apenas uma opção aberta ao usuário. O Gmail é famoso por restringir as opções de uso aos desenvolvedores. Não há como criar diretórios. Por outro lado, é possível marcar cada tipo de mensagem com uma tag própria. Na perspectiva de desenvolvedores, isso pode ser ainda mais funcional que as pastas.
Pode até ser. Mas dificulta a compreensão por parte dos usuários. O resultado desse tipo de idiossincrasia é dar oportunidade à concorrência, ao passo que tentar agradar a gregos e troianos acaba custando muito caro.
Erro de programação #11 – Blindar o código
Um dos maiores desafios impostos às empresas é definir quantas informações serão partilhadas com os usuários.
O co-fundador de uma das empresas pioneiras no segmento de código aberto, a Cygnus Solutions, diz que a decisão de não distribuir o código fonte junto dos produtos é uma das maneiras mais rápidas de esfriar os ânimos do público em geral.
As vantagens em abrir o código dos sistemas são variadas. É previsível que ele cresça com uma estrutura aperfeiçoada à medida que passa pelas mãos de vários colaboradores. Deixar o código fonte aberto consiste em tornar o programa mais confiável e compreensível.
Erro de programação #12 – Abrir o código a espera de perfeição
Milhões de projetos de código aberto foram iniciados, mas poucos conseguiram reunir mais de meia dúzia de entusiastas. Se, por um lado, abrir o código é um incentivo na busca por um produto melhor, é necessário prover algum tipo de recompensa para os colaboradores da plataforma. As pessoas têm outras coisas a fazer em suas vidas. O código aberto irá competir com família, amigos, bares e empregos remunerados. Vale, ainda, ressaltar que o entusiasmo dos colaboradores na busca por opções e incremento dos recursos em um sistema pode resultar em um código com várias falhas de segurança.
Muitas vezes, projetos de código aberto são disponibilizados no sourceforge.net à espera do trabalho mágico dos gnomos digitais. Essa estratégia pode condenar um sistema antes mesmo dele começar de verdade.
Abrir as informações acerca de um projeto ainda é um repelente contra investidores. A noção geral de que esses projetos são repletos de hippies e pessoas com desprezo por lucro e outras iniciativas não é um grande incentivo para quem tem poder e desejo de fazer de uma iniciativa open source algo rentável.

